Por Vânia Moreira Diniz
Ando pelos campos do inconsciente,
Freqüento o delicado subconsciente,Visito meu superego e procuro proteção,
E me detenho no ego contrastante.
E as lembranças silenciosas e amenas,
Perduram e se fixam indelevelmente,A proteção eu procuro com avidez,
E luto pelos ideais tão sonhados.
Nesse passeio prefiro descansar,
Pairar procurando proteção constanteE para isso peço forças ao meu superego
Na esperança de jamais me conturbar.
Arrebatada pelo dourado horizonte,
Delineio e peço ao subconsciente,
Que não me deixe esquecer esse fascínio.
Encontro então as doces lembranças,
Consigo me fixar no que almejei,
Em momentos de suavidade e devaneio,
E me realizo enfim, doce e extasiada.
Vânia Moreira Diniz