Vânia Moreira Diniz por Cristina Arraes



Difícil tarefa esta, falar de minha patronesse Vânia Moreira Diniz Desnecessário se faz, falar de sua extensa obra, de sua biografia, de suas relações com o mundo, de sua imensa vontade de ajudar e incluir a todos num mundo mais justo e mais humano. Meu site está inserido em seu Portal, o que torna repetitivo suas informações objetivas e sua biografia.

Opto então por minha visão sobre esta pessoa, dona de uma alma capaz de conquistar a quem quer que dela se aproxime. Este olhar especial, acredito, chega ao caminho da realidade que leva à alma da escritora, poeta e humanista Vânia Moreira Diniz.

Antes de mais nada, gostaria de falar de minha irmã Vânia, que aprendi a amar e admirar desde a mais tenra idade. Nossas relações sempre foram de amor, fraternidade, solidariedade, cumplicidade. Sempre me senti protegida por esta irmã, que não media esforços para exercer sobre mim, influências que carrego até hoje, como tesouros em minha alma.

Existe também a semelhança física, assim como gostos e hábitos, que nos trazem tanta alegria. É simplesmente gratificante, quando estamos juntas e as pessoas tecem algum comentário a respeito de tal semelhança. É como encontrar as raízes nas feições da irmã, como um espelho que reflete nossa vida até hoje, plena de sutilezas que construíram uma parceria, fundada em nossa própria origem.

A poeta Vânia Moreira Diniz me faz viajar pelo passado tão cheio de recordações, pelo presente que se apresenta pleno de suas realizações e o futuro que se vislumbra brilhante e desafiador como seus próprios olhos a se refletirem nos meus e nas pessoas que a rodeiam. Como não sentir na vida, seus versos que descrevem emoções, hábitos, o dia a dia mais vibrante e cheio de surpresas ?

A escritora Vânia Moreira Diniz me induz a penetrar no âmago de sua alma, reconhecendo nela, aquela irmã tão cuidadosa e cheia de carinho que me encanta. Seus textos enviam a observação à vida, de uma forma real e ao mesmo tempo esperançosa. Ela me conduz ao único caminho que pode ter uma escritora, que é de fazer nascer nos corações, a expectativa da solidariedade humana que tanta falta faz nos dias de hoje.

A humanista Vânia Moreira Diniz me leva a acreditar que muito se tem a fazer, que não se deve ficar de braços cruzados esperando que, de uma hora para outra, as coisas mudem, as pessoas se tornem mais unidas, deixando de olhar para si e tomando consciência das necessidades do outro.
Muitos livros publicados, muitos prêmios conquistados, muito trabalho e parcerias e o reconhecimento na literatura brasileira, é o que ela coleciona em sucessos e ao mesmo tempo com a humildade de desejar sempre mais ajudar.

Vânia, em seu Portal, divulga escritores já consagrados e aqueles que ainda não tiveram tantas chances de serem conhecidos. Luta por pessoas especiais, numa demonstração clara da nobreza de seu coração.

Deixei por último para falar, propositadamente, por ser, para mim muito importante, o trabalho em função da inclusão total, pensando em todo e qualquer grupo que sofre pela injustiça de não ver reconhecido seu direito de cidadão, de abrir-se a um sociedade que teima em desenhar modelos e neles adaptar seres humanos. Compreende esta dor e com ela me solidarizo e sonho em poder também contribuir.

Por tudo isto e muito mais, que, dia a dia, passo a conhecer, Vânia Moreira Diniz é minha patronesse, a irmã que amo, a escritora, poeta e humanista que admiro e com quem tanto aprendo.








Existem pedras...

Muitas pedras....



Mas há também aquela comunicação

Que me faz receber uma ligação sua

Quando preciso de sua palavra.



Almas que se amam

Corações em diálogo

Unidade.



Quando você foi para longe

E eu ainda pequena fiquei

Achei que tinha perdido

O colo que me acalentava



Mas o tempo foi passando

E vi que o temor da infância

Não era mais que medo infundado



Estamos aqui cada vez mais unidas

O que perdi, você perdeu

quem perdi, você perdeu



E ficamos nós a contar

As dores e unir as lágrimas

Os projetos que nunca foram poucos

Sonhos que vêm de dentro do coraçao.



Todo meu carinho, Cris.


Cristina Arraes

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