domingo, 30 de setembro de 2012

13anos de existência do Portal Vânia Diniz - VMD
(21-10-2012)



Estamos entrando em outubro, mês da magia e do encanto em que comemorei todos os dias em todos os anos sua mágica beleza.

No dia 21 de outubro de 1999 montei o Portal Vânia Diniz, na internet para registrar os anos de literatura em que me dediquei seguindo o exemplo de meu avô, escritor me deixou um legado de amor à escrita e à letras. Tinha seis anos quando me apaixonei por essa arte maravilhosa à qual exercito até hoje.

Escrevo desde pequenina, mas a Internet foi a forma fascinante de divulgar meus livros e continuar a escrever além de me juntar aos escritores que gostariam e sonhavam em passar para o mundo seus escritos.

Era uma maneira de poder sentir alegria de dividir com outros artistas um site que eu sonhava ver na internet.

Foi lançado no dia 21 de outubro de 1999, dia do meu aniversário,mês em que também publiquei meu romance “Laura”, personagem que estava na minha cabeça há longos anos..

Faz 13 anos que o hoje Portal Vânia Diniz foi ao ar e em seguida , a meu convite muitos escritores iniciaram e persistiram em suas colunas , que são orgulho e alegria para o Portal tão querido no qual trabalhamos com afinco e inexpremível felicidade.

Não importa quantas vezes ele é acessado, isso não é o principal, embora seja importante. O primordial é que ele está aí para que todas as pessoas que desejam possam tera facilidade de ler assuntos importantes e variados e em que nos aprofundamos.

No dia 21 de outubro comemoraremos 13 anos de existência em que o Portal Vânia Diniz vai ao ar sempre com novos assuntos.

Agradeço imensamente ao todos os colunistas e leitores que juntos comigo deixam acessível seus textos para que seja visitado e navegado e sintam o amor com que é editado.

Isso é que é importante realmente. Treze anos de existência e a emoção desses anos que nos tem levado a trabalhar com alegria e muita intensidade.

Dentro dele temos outro site “Espaço Ecos”, com matérias que chama o leitor a apreciá-lo , inclusive temas de utilidade púbica e várias páginas de colunas de escritores que enriquecem o nosso Site Rosa” como é chamado carinhosamente, pelos antigos conhecedores desse Sitio de literatura.

O Portal Vânia Diniz completa 13 anos de existência e me orgulho desse trabalho realizado com tanto amor e conclamando a literatura para fazer parte desse projeto que não acabará nunca em sua realização.

Será o legado, simples e humano que deixarei para meus descendentes.

Agradeço a todos que tem me ajudado nesse trabalho fascinante.
Treze (13) anos de amor, dedicação, carinho, e muitas horas por dia dedicados a ao Portal Vânia Diniz
Vânia Moreira Diniz
Proprietária e Editora do Portal Vânia Diniz
http://www.vaniadiniz.pro.br

sábado, 22 de setembro de 2012

A União dos povos e a utopia por vânia Moreira Diniz

A união dos povos e a utopia

Nada é mais verdadeiro do que o ser, suas essências e magnitudes. Existimos independentes do lugar, ocasião, data, raça. Somos antes de qualquer outra evidência um ser humano. E o ser humano é um só, verdade evidenciada justamente nos dois acontecimentos mais marcantes da vida: Nascimento e morte.
Quando somos concebidos passamos a nos desenvolver num lugar aconchegante, o útero materno de forma absolutamente semelhante e também no momento tão esperado em que respiramos pela primeira vez o oxigênio, acontecimento que transcende tudo que possa existir. Do mesmo modo e de maneira mais dramática aparentemente no último suspiro em que ao contrário do nascimento o oxigênio começa a faltar e a luta é tão grande como fora a outra em proporções contrastantes, mas igualmente intensas.
Nascemos para cumprir uma missão e temos igualmente dores, alegrias, emoções e uma estrada na qual devemos caminhar enquanto vivermos. Claro que somos seres individuais e encaramos tudo à nossa volta de um modo especificamente personalizado.
Podemos ter características diferentes, mas a essência é a mesma: Seres humanos da mesma espécie e custa compreender os preconceitos que se instalam como uma erva daninha, um câncer maligno destruindo o que há de mais nobre em qualquer indivíduo.
Se o mundo, as civilizações divergem em certos aspectos, nada diferencia o ser físico e íntimo, mesmo abstrato e só idéias arraigadas por personalidades doentias poderiam pensar de outra forma.
Basta evidenciar a natureza que alimenta e proporciona bem estar a todos os indivíduos: O ar, a natureza em seu apogeu e todos os elementos naturais para verificarmos o quanto de violência existe na diferenciação do ser humano pelo próprio ser humano. É não só uma brutalidade ignóbil, como ignorância no mais alto grau, falta de sensibilidade e até mesmo de discernimento.
Desde o início de nossa civilização as atrocidades redundando em guerra tomaram conta do mundo e seria considerada uma utopia idealizar-se um modo diferente da humanidade caminhar. Mesmo porque segundo os especialistas o avanço e progresso não se dariam sem a disputa bélica. Triste conclusão!
A verdade é que o desenvolvimento da ciência surgiu justamente em contraposição à utopia e temos como exemplo as grandes invenções de gênios já considerados desorientados, porém que sobrepujaram o pensamento das pessoas convencionalmente normais e produziram o que jamais se pensou ser possível.
A partir do momento em que se respeitem as diferenças não há divergência. Uma utopia das mais vigorosas, partindo do princípio que as pessoas costumam ser agressivas quando questionadas.
O que faz com que o mundo fique realmente de luto, são as rivalidades e preconceitos de qualquer espécie: raças, regiões e exclusões que o homem cria com a fúria do convencionalismo pessoal adquirido no contato de sua personalidade com as leis antinaturais do mundo.
A união dos povos total e sem discriminação seria uma utopia na qual valeria a pena apostar sonhando com a paz do mundo, com seres humanos dignos de mãos dadas em busca da generosidade, solidariedade natural e humana que deveria caracterizar o planeta em que vivemos. E isso deveria ser acima de qualquer utopia o processo mais vigoroso e fascinante da verdadeira felicidade.
Vânia Moreira Diniz

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Voando por Vânia Moreira Diniz



                 Voei hoje em direção a um lugar especial, longe do barulho, das  businas dos carros e da efervescência que lidera os grandes centros. Imaginei que só o tumulto e o movimento me deixassem à vontade, mas acordei com a sensação de que precisava me isolar para compreender o que se passava à minha volta.

Não importava que fosse domingo, o sol brilhasse luminoso, o tempo estivesse à minha disposição  para usufruí-lo intensamente e a vida atendesse com suavidade os meus desejos.

Não interessava que o mundo se apresentasse atraente, o horizonte sem fim, as cores reproduzissem a beleza  seleta e maravilhosa que meus olhos sempre buscavam e que já encontrasse alguma esperança no porvir.

Não me preocupava com a matéria, as ruas fascinantes, o encontro das pessoas em cada canto, a ternura de olhos a fitarem o infinito ou a certeza que poderia ser feliz eternamente.

Não me incomodava com retrocesso do egoísmo, a presença da generosidade, as juras transbordantes de carinho, a ansiedade que  os dias traziam em suas horas arrastadas ou a certeza de sensações enlouquecidas.

Precisava volitar em outras paragens com leveza de quem possui asas, intercalar os espaços e ultrapassar o vento uivante e ligeiro. Passar bem acima do mar infinitamente belo senti-lo como o aliado que me conduziria acompanhando-me o vôo ilimitado.

Alcançar as nuvens, enroscando-me em sua claridade, seduzida pelo  prateado ofuscante, alucinada pelo espaço tentador. E prosseguir meu  passeio, bebendo em fontes que certamente mitigariam minha sede, parando às sombras das árvores, entendendo a voz  enérgica da natureza e encontrando-me com o horizonte que refletiria outro horizonte inatingível.

E na seqüência de meu caminho chegar finalmente às estrelas luminosas, mergulhar no azul profundo do céu a refletir a terra linda e impossível de alcançar.

Queria encontrar-me com meu espírito inaccessível esquecendo dos deveres, olvidando compromissos e esticando-me nos campos desse espaço que me acolhe em momento de abstração e recolhimento. Aprofundar-me nos meus próprios pensamentos e reminiscências.

Preciso voar com as asas ondulando em movimentos rápidos e graciosos, recebendo emanações do espírito, recolhendo sensações fascinantes  que me farão esquecer  vivências pueris e alternar vibrante entre a vida terrestre e a luz sinuosa das estrelas.

E então sentir-me plena e realizada, palpitante em minha poesia, vagueando entre o espírito sonhador e a realidade objetiva e árida.

Deitada sob a limpidez  de um ponto ilimitado eu me curvo diante da beleza e do deslumbre de cada ponto da natureza e sinto-me privilegiada e agradecida.
Vânia Moreira Diniz

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Obrigada!!!!


Vânia Moreira Diniz

À medida que vivo e caminho nessa estrada pedregosa mais me convenço como são importantes esses passos que acabarão certamente no último dia de minha vida e o que abandonarei aqui, sejam sementes viris ou ervas daninhas.

Deixaremos aqui os germes que plantamos de lucidez e trabalho, algumas obras realizadas e muita intensidade que espero nossos descendentes possam colher com menos sacrifício.
Não me refiro apenas aos acontecimentos valiosos da vida, mas também aos reveses, e nem somente às demonstrações de amizade mas incluo fatos que nos decepcionam.

Fiquei imaginando como a ingratidão, o descaso, a indiferença e até mesmo palavras magoantes de nossos irmãos de caminhada podem nos ajudar nesse aperfeiçoamento. A dor nos leva à maturidade, ao entendimento de nossos próprios defeitos, à compreensão de que precisamos refletir com mais intensidade para que não façamos aos outros o que sentimos em nós.

Por isso estou aqui hoje depois de uma semana de muito trabalho, aflições angústias e também alegrias porque levo muito a sério o que empreendo tal como a minha vida literária, o apoio aos meus colegas escritores e às pessoas que estão precisando de mim.


E isso inclui sorrir a quem está aflito mesmo num momento difícil de nossos passos e jamais manter-me fria frente a qualquer adversidade de meus companheiros, seres humanos com as mesmas potencialidades ou fraquezas que me acometem. Deus queira que consiga realizar pelo menos uma terça parte do que tenho sonhado.

Nesse momento faço um agradecimento diferente mas igualmente sincero à todos aqueles que mantendo-se distante ou até voluntariamente à margem de tudo que possa me acontecer ensinaram-me a resgatar valores esquecidos ou a reconhecer a importância de um gesto, de uma palavra e de um sorriso.

Ensinaram-me também a reconhecer meus próprios defeitos como um reflexo iluminado para que ainda em tempo possa tentar corrigir minhas falhas e cultivar o sentimento de humildade e carinho para com todas as pessoas que me rodeiam sem exceção.

Contemplando meu próprio eu interior percebi o quanto preciso aperfeiçoar-me e simbolicamente não sei quanto tempo me resta para isso.Tenho urgência! Por isso agradeço incessantemente àqueles que em todos os momentos, e foram realmente muito poucos, estiveram à parte quando me viram ansiosa ou passando por uma aflição.

O sentimento de verdadeiro amor universal inclui com distinção esses momentos em que aprendemos que só nós mesmos podemos achar um meio de sobrepujar dores ou desgostos.


É dentro de nós mesmos que encontramos forças que parecem frágeis, mas que, ao contrário são incomensuráveis e esclarecedoras. E quando isso acontece a sensação de paz e suavidade nos torna seres felizes e realizados.

A todos aqueles que demonstraram efetivamente carinho, cumplicidade e apoio eu só posso dizer que foram e são o grande lume a indicar o horizonte que se projeta mais luminoso.

Por esta razão desejo agradecer a todas as pessoas que cruzaram meu caminho de uma forma ou outra, nas alegrias, adversidades, infortúnios ou júbilos e com as quais aprendi lições inimagináveis de sabedoria tentando aperfeiçoar-me e fazendo o possível para que isso tenha me servido de exemplo.
Aos que me dececionaram que foram muito raros ou aos que foram bondosos e afeiçoados em sua imensa maioria o meu muito obrigada.Precisava dizer isso nesse instante que vejo com mais clareza as diferenças que são a razão de um aprendizado verdadeiro e consciente.
Vânia Moreira Diniz





domingo, 2 de setembro de 2012

Encontro Especial e Maravilhoso

 Acho que não preciso mais falar mas ai está Mère Menino Jesus, eu e uma colega do colégio Sacré Coeur de Marie, colegas desde pequeninas.Beth Faria e eu crescemos juntas tendo as mesmas professoras e agora tivemos oportunidade de ter esse encontro com nossa mestra querida. Salve a vida e a energia que vem de Deus e que nos proporciona esses momentos inesquecíveis
 

Abaixo Mère Menino Jesus, nossa Mestra, agora com 83 anos e nós Beth Faria e eu que fomos colegas desde pequeninas e alunas dessa mulher extraordinária com nossos maridos, Paulo Diniz e Lucena Dantas.Não é maravilhoso e emocionate encontar-nos a essa altura da vida?
Vãnia Moreira Diniz


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